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M0.3 — Modelos e Escolha

Bloco 0 — Panorama · Eixo A · Nível NÍVEL 1 puramente conceitual, sem lab

Abertura

Claude não é um produto único — é uma família de modelos. Este módulo explica a diferença prática entre eles, para que você saiba escolher com intenção, não só usar o que aparece primeiro.

Conceito central

Existe um trade-off central entre capacidade e velocidade/custo: quanto mais um modelo consegue lidar com tarefas complexas e ambíguas, mais tempo e recursos ele tende a consumir para responder. As características exatas de cada linha mudam com o tempo, mas o espectro entre elas se mantém:

MODELO

Opus

A linha mais capaz: tende a lidar melhor com tarefas complexas, ambíguas ou que exigem raciocínio em várias etapas.

MODELO

Sonnet

Equilíbrio entre qualidade e velocidade — a escolha padrão para a maioria das tarefas do dia a dia.

MODELO

Haiku

Prioriza velocidade e custo — ideal para tarefas simples e de alto volume, onde rapidez importa mais que profundidade.

Não existe "o melhor modelo" em abstrato — a escolha certa depende da tarefa: velocidade e custo baixo para algo simples e repetitivo, capacidade máxima para algo complexo e único.

Na prática

Três cenários reais, mapeados ao modelo mais adequado para cada um:

CENÁRIO

Resumir um e-mail rápido

Tarefa simples, resposta imediata importa mais que profundidade → Haiku.

CENÁRIO

Analisar um contrato longo e complexo

Exige atenção a detalhes, ambiguidade e raciocínio cuidadoso → Opus.

CENÁRIO

Responder perguntas simples em alto volume

Muitas respostas rápidas, cada uma de baixa complexidade → Haiku.

Diagrama

Os três modelos posicionados no mesmo espectro:

O espectro entre velocidade/custo e capacidade
Etapa 1 de 2

Checkpoint